Saboreando



Eu não era lá muito adepto do mundo virtual e nunca havia pensado em ter um blog, mas aqui está. Sou repórter e redator, trabalhei muito com cinema na imprensa, moro em São Paulo e adoro essa cidade. A vida urbana me atrai muito (sorte minha) e faço parte desse caos todo aqui, mas até que sou bem tranqüilo (já fui menos). Acredito que todo dia tem que ter pelo menos um momento, por menor que seja, especial. Pra isso, é necessário saber enxergá-lo no meio da correria de sempre.



- 01/11/2009 a 30/11/2009
- 01/09/2009 a 30/09/2009
- 01/08/2009 a 31/08/2009
- 01/07/2009 a 31/07/2009
- 01/04/2009 a 30/04/2009
- 01/01/2009 a 31/01/2009
- 01/11/2008 a 30/11/2008
- 01/10/2008 a 31/10/2008
- 01/08/2008 a 31/08/2008
- 01/07/2008 a 31/07/2008
- 01/04/2008 a 30/04/2008
- 01/03/2008 a 31/03/2008
- 01/02/2008 a 29/02/2008
- 01/01/2008 a 31/01/2008
- 01/09/2007 a 30/09/2007
- 01/04/2007 a 30/04/2007
- 01/03/2007 a 31/03/2007
- 01/02/2007 a 28/02/2007
- 01/01/2007 a 31/01/2007
- 01/12/2006 a 31/12/2006
- 01/11/2006 a 30/11/2006
- 01/10/2006 a 31/10/2006
- 01/09/2006 a 30/09/2006
- 01/08/2006 a 31/08/2006
- 01/07/2006 a 31/07/2006
- 01/06/2006 a 30/06/2006
- 01/05/2006 a 31/05/2006
- 01/04/2006 a 30/04/2006
- 01/03/2006 a 31/03/2006
- 01/02/2006 a 28/02/2006
- 01/01/2006 a 31/01/2006
- 01/12/2005 a 31/12/2005
- 01/11/2005 a 30/11/2005
- 01/10/2005 a 31/10/2005
- 01/09/2005 a 30/09/2005
- 01/08/2005 a 31/08/2005
- 01/07/2005 a 31/07/2005
- 01/06/2005 a 30/06/2005
- 01/05/2005 a 31/05/2005
- 01/04/2005 a 30/04/2005
- 01/03/2005 a 31/03/2005




- Liliane Prata
- Olivia de Perto (com sua bela voz)
- Daniele em Londres - vida nova (e mais que interessante) no Velho Mundo
- Isabela Raposeiras - Pra quem quer saber mais sobre café







Meu "quintal"

Minha Paulista.

 

Esse é um dos meus cantinhos especiais. Um tremendo cantão! É o "meu quintal", onde até hoje me sinto em casa, embora tenha me mudado pra outro bairro. É incrível a identificação que tive com este lugar desde a primeira vez em que simplesmente pisei nele. "Vou morar aqui", pensei. E depois de um ano fui mesmo.

 

Você simplesmente sai de casa e encontra algo diferente, uma surpresa nova a cada dia. A avenida nunca é a mesma do dia anterior.

 

A trabalho ou lazer, com o bom e o ruim, respira-se São Paulo aqui.




-Saboreado por: mc às 14h31
[ ] envie este sabor





Multimídia

Pois é!  O Too Much Coffee multimídia... Exagero. Só brincadeira.

 

Estava eu matutando sobre o Projeto Experimental da faculdade, algo diferente. Vi trabalhos bacanas de outras turmas, e a minha também fará coisas bem legais. Nada, nada mesmo contra os trabalhos deles (muito pelo contrário), mas eu queria algo diferente...

 

A professora, é óbvio que delicadamente, me colocou contra a parede em minha primeira aula. E foi bom! Eu vi as outras idéias, bem como trabalhos de outros anos no dia anterior.

 

A tentação de filmar em uma favela, fotografar uma prisão, os sem-teto, como funciona uma ONG... é grande. Jornalismo é trabalho social mesmo, nasceu pra isso. Mas eu continuava querendo algo diferente, fugir desse lugar-comum. Não pra ser diferente, pra ter destaque, nada disso. Tem mesmo muita gente a fim de aparecer, o que não é meu caso. Mas ouvi mais de uma vez os orientadores dizendo que tem que ser algo que nos dê muita vontade, para não deixarmos o trabalho no meio do caminho, desanimados.

 

Quase todo mundo quis mostrar coisas ruins, ou como elas foram e são superadas, o que é bastante louvável (e dará cada trabalho maneiraço!). Então, no meio do brainstorm veio: por que não fazer a mesma coisa que procurei fazer com o blog?

 

Estive na casa de meus pais no interior do ES na virada de ano, onde um ser de alto teor filosófico que visitava a casa me veio com “não sei como você consegue morar em São Paulo”. Detalhe: essa “sumidade” em forma de sei lá o que nunca pisou em Sampa. Deu vontade de responder “e eu não sei como você suporta morar aqui”, mas motivos diplomáticos impediram-me (ah, se fosse uns tempinhos atrás!). Deixei baixo.

 

Em suma, que tal mostrar como pessoas bastante diferentes entre si conseguem enxergar coisas simples e gostosas em meio à urbe, e relaxam com elas, mesmo que por poucos momentos que fazem grande diferença em seu dia? Transportar o blog pra páginas de papel mesmo, com fotos (da Mariana do Happiness Blog, linkada aí ao lado) do cantinho predileto, de uma paisagem inesperada ou desconhecida, de alguém ouvindo ou tocando uma música... sei lá! Há tanta coisa! Há muito de bom na minha cidade-lar, minha casa, que eu adoro.

 

São Paulo, como qualquer cidade grande de qualquer canto do planeta, tem problemas, sim. Mas tem muitas coisas boas também. Coisas simples e possíveis, agradáveis e acessíveis. Até de graça! Coisinhas (ou coisonas) que você faz sem a mínima obrigação, só porque seu coração pediu. A alma leve depois disso explica muito. Coisas aparentemente pequenas, que fazem diferença em seu dia inteiro, como eu já disse ali em cima, mas acabam fazendo a maior diferença é em quem você é.

 

Isso pra quem é capaz de ver. Quem sabe, gente daqui e de fora passa a enxergar a cidade com outros olhos, que a pressa não deixa ver direito? Quem sabe não pára de reclamar e aproveita a chance de ouro de curtir o que está ao seu alcance?

 

E você, que é de São Paulo, que coisinha simples e gostosa faz para você mesmo? Na rua, no trabalho, no lazer, algum barzinho, restaurante, parque... na sua casa mesmo, um cantinho especial, quem sabe!?

 

Conta aí! Mostre pra gente!

 

E você, que não mora em Sampa, conte também!

-Saboreado por: mc às 09h56
[ ] envie este sabor





Dica de restaurante

 

Sofisticação é sinônimo de afetação e preços altos? Felizmente, não. Eu já citei o restaurante La Marie aqui em um post de 15/08/05 (resumido por motivos óbvios...):

 

“ Noite de sábado e aquela vontade de comer algo bem feito, se possível diferente, em um lugar legal. Não estava  fim de ir longe. Felizmente, opções em restaurantes não faltam em meu bairro. Mas...

 

(...) 

 

Fiquei pensando na noite agradável. Caminhar estava muito bom, mas eu estava com uma fome daquelas! Até que me lembrei de um restaurantezinho que abriu recentemente na Francisco Leitão. O tipo de lugar bacana, simples e sofisticado ao mesmo tempo, o ideal. Fui até lá e chequei o cardápio na entrada. Opções bacanas a preços razoáveis. Entrei. La Marie.

 

Gostoso, agradável, com um jazz levinho tocando ao fundo. O lugar é pequenininho, não deve ter mais de 10x10m. Mas muito bacana justamente por isso, aconchegante. Tudo branquinho com detalhes discretos. Você vê a cozinha pela vitrine. Escolhi uma boa peça de bife de açougueiro mal passada, como deve ser. Um molho de champignons no ponto, misturado ao caldo da própria carne tenra quando partida. Um toque de azeite de limão foi provindencial. O mais bacana: o chef , com toda pinta de dono do lugar, saía da cozinha e vinha papear em nossas mesas. Elogiou minha escolha, o ponto certo da carne que eu pedi e o toque de azeite que dei. Quantidade certa: não fiquei estufado nem insatisfeito. Confesso que não pedi vinho com medo do preço (desconfiem de cardápios sem preço). Mas que tinha tudo a ver, tinha.

 

Na sobremesa, algo que eu estava há mais de um mês a fim de comer: um creme brulé como tem que ser: quase geladinho, com a camada de açúcar caramelada pelo maçarico, na hora. Ao ver o creme, o chef cochichou algo no balcão. Veio com uma taça de vinho branco: “Tá aqui uma homenagem a quem sabe escolher tão bem. Você acertou os pedidos e este vai por conta da casa. É um vinho próprio pra sobremesa. Seu sabor fica mais acentuado com sobremesas à base de chocolate, mas cai muito bem com o que você pediu.” Geladinho, TUDO a ver com o creme! Uma delícia, na quantidade certa, já que não bebo muito.

 

Eu pensava o quanto estava custando pouco estar tão feliz, em um lugar tão gostoso. Feliz mesmo, com sorriso e tudo. Preço razoável para Sampa.

 

Paguei, agradeci ao chef  e equipe e saí, de novo caminhando. Quanto mais perto de casa chegava, mais retardava os passos. A noite estava muito gostosa para uma caminhada e eu queria esticá-la ao máximo, embora estivesse com muito sono.

 

Em casa, quis ligar par uma amiga e compartilhar a descoberta do novo restaurante. Celular desligado. Pra bom entendedor, meia chamada basta. Curti um filminho no DVD o quanto agüentei e rumei pra cama, que é lugar quente. Adormeci logo.

 

Merecia um presentinho de aniversário desses, simples e gostoso, como a vida deve ser.”

 

(continua no post abaixo...)



-Saboreado por: mc às 10h53
[ ] envie este sabor





 Continuação:

 

Voltei lá sábado passado à noite. Já havia comido bem na cantina citada, mas estava pensando na mousse de chocolate do La Marie.

 

Sentei-me e me vi no mesmo ambiente de antes. Pedi a sobremesa e puseram à minha frente o doce em uma vasilha enorme, para que eu me servisse à vontade (outro diferencial). Quer mais? Completou o sabor um pouco de azeite de tamarindo, um toque inesperado e intrigante. Tudo a ver. Mais? Tem: lá veio o Edson, jornalista, proprietário e chef da casa, com o vinho branco para sobremesa. O mesmo vinho da outra vez, só que, como ele falou, tinha muito mais a ver com chocolate.  Incrível como o sabor da bebida foi potencializado com a mousse! Mais que com o brulé.  Acho que nunca senti isso antes, dessa forma. Outra coisa: disse o Edson que a mousse leva pouco ou nada de açúcar, uma receita especial que investigarei depois. Nada de mousses gordurosas ou enjoativas.

 

Para finalizar, um chá de hortelã, folhas frescas.

 

 

Após ser bem servido, a providencial voltinha pelo bairro, mais fresco após a chuva de quase dois dias inteiros.

 

 (www.lamarierestaurante.com.br)

P.S.: Detalhe diferente: há dias em que você é o chef! A casa oferece os ingredientes e dois ajudantes. Você se vira na cozinha (vide site). Além disso, eles têm uma "Happy Wine" bem interessante.

P.S. 2: O La Marie fica na rua Francisco Leitão, 16, em Pinheiros. Em frente ao Pizza Hut... Fazer o que... 



-Saboreado por: mc às 10h51
[ ] envie este sabor





Toy Stories...

Direto da New York Toy Fair 2006 (leia-se: o Paraíso)

Ken muda visual para reconquistar Barbie

Em 2004, ano de seu 45º aniversário, Barbie sacudiu o mundo dos brinquedos com a notícia de sua separação. O namoro com Ken durou 43 anos e começou em 1961, quando "eles se conheceram nos bastidores de um comercial de TV".

Apesar da Mattel, fabricante da boneca, ter criado um novo namorado para Barbie - um australiano loiro e bronzeado chamado Blaine - a loira pode "ter uma recaída". A empresa apresentou esta semana, na Feira do Brinquedos de Nova York, uma nova versão de Ken, que irá competir com o surfista.

O ex de Barbie reapareceu mais jovem e com um visual mais parecido com o de sua estréia, em 1961, quando fazia o estilo "beach boy". A novidade deve chegar às lojas em março deste ano.

 

=====================================

 E eu posso com um negócio desses?

 

Tenho saudade de quando os brinquedos eram somente brinquedos... Você ganhava ou comprava, curtia, usava a imaginação e só. Não comprava uma boneca "muderna" que tem sessão no analista uma vez por semana. Só falta lançar a Barbie bulímica, a com síndrome do pânico, a ninfomaníaca... Bem dizia a Malibu Stacy...

 

Daqui a pouco, o G.I.Joe terá a Síndrome da Guerra do Golfo ( e lançarão o veterano do Vietnã na cadeira de rodas e berbudo), a Sra. Cabeça de Batata virá com próteses de silicone removíveis em vários tamanhos, o Playmobil terá complexo de inferioridade por causa do tamanho e fará chapinha pra dar um jeito no cabelo duro...

 

Qualquer hora dessas, quero ver como as crianças que ainda gostam de brinquedos brincam... dá outro post.

 

 



-Saboreado por: mc às 10h49
[ ] envie este sabor





Brincando de índio

Quando eu era pequeno, ainda existiam crianças que brincavam de caubói e índio. Pouco, mais havia. Isso era mais comum na infância do meu pai, quando os faroestes dos anos 60’s e os resquícios dos 50’s ainda apareciam na telona e na telinha.

 

Dada a “herança cultural” das brincadeiras dele, eu tinha bonecos (e tenho muitos bonecos até hj) de índios, cavalaria... tudo americano. Mas não eram aqueles Forte Apache da Gulliver, que todos os meus amigos tinham. Era um diferente, o forte do Rin-Tin-Tin, aquele pastorzão-alemão das séries de TV em preto-e-branco (antes que venham piadinhas, vi em reprise da TV a cabo). Não me esqueço do cachorrão com o pirralho do Cabo Rusty, e de um pistoleiro que ficava em cima da placa do forte. Lembro-me mesmo de quando fomos comprá-lo numa tradicional loja do centro do Rio, em que os brinquedos importados vinham em caixotes de madeira, protegidos com palha...

 

Papai lá, todo orgulhoso, com aquela cara de sonho realizado. Os pais têm mania de querer dar aos filhos o que eles mesmos não tiveram na infância. Brincava com carretéis, pedrinhas e muita imaginação. Até hoje, nutre-se um respeito muito grande por brinquedos em casa, dos mais simples aos mais bacanas. E sempre adicionávamos algo, melhorando um brinquedo com mais imaginação. Quando eu tinha meus G.I. Joes (que guardo até hoje), ele ficava admirando, quando eu montava em cima da mesa de centro da sala. Hoje eles vêm montados... sem graça!

 

Voltando ao faroeste, ganhei depois uma cidadezinha completa, do Zorro! Com o Tornado, o Don Diego com aquele jeito meio boiola e um monte de bandoleiros com “sombreros”, espingardas em punho, na sacada do saloon.

 

Como era criança, foi tudo pro beleléu. Lembro-me da casinha para passarinhos que minha mãe fez, reciclando o forte do Rin-Tin-Tin, na qual eles faziam a maior algazarra no meio do gramado. Alpiste e água à vontade.

 

Na verdade, eu ia falar de índios, mas sobre outro assunto... e deu nisso aqui. Eu, hein! Amanhã, se der tempo, continuo o raciocínio.

-Saboreado por: mc às 14h43
[ ] envie este sabor





Faglia nostra

Faglia nostra

 

Bem... tentei mais uma incursão na culinária.

 

Sabe aquele famoso peixe que é assado coberto com sal grosso? Pois é.

 

Fui à éixaria do supermercado (péssima) e o carinha lá me deu umas dicas (péssimas), fez a limpeza no tal peixe St. Peter (péssimo) e deu no que deu.

 

O tal peixe que o sujeito aconselhou era só pele e espinhos. “Num tem muito espinho, não...”. Tá. Devia mandar a mãe dele comer...

 

Pus o sal por cima e por baixo... Virou pedra! Tive que enfiar a ponta de uma faca e soca-la, parecia martelo e talhadeira. Senti como se eu fosse um desses paleontólogos que descobrem aqueles fósseis de peixes pré-históricos em pedras, tendo que parti-las com cuidado para não estragar o desenho que o bicho deixa...

 

Até que, os 10 gramas de carne que renderam estavam bons...

 

Não dá pra acertar todas, né?

 

Mas não pensem que resisti. Pesquisarei com alguma fonte mais fidedigna e voltarei com um ótimo resultado. I’ll be back!

-Saboreado por: mc às 09h55
[ ] envie este sabor





Have a nice day

Às vezes, “pessoas bacanas” nos vêm com surpresas bem simples, que fazem maravilhas no nosso dia. Surpresas gostosas e pequeninas como este post.

 

E o que fica no coração é que vale, fazendo a vida mais gostosa.

-Saboreado por: mc às 09h12
[ ] envie este sabor





Às vezes fico surpreso em como a mente não se dobra ao meio em que se encontra, e os inúmeros recados subliminares à nossa volta. É fácil você marcar o ritmo de uma música com o pé sem perceber, por exemplo, ouvindo-a em qualquer lugar... uma loja, no trabalho, um carro que passa na rua com o som ligado... Mesmo que a tal música não lhe agrade. O pensamento pega carona no que vê, ouve, sente.

 

Hoje eu quis acordar mais cedo que de costume, embora tenha ido dormir tarde. Parece que alguma coisa me dizia que a manhã seria linda. Linda demais para não ser presenciada. Era muita coisa bonita num momento só para ser visto, ouvido, cheirado, sentido no tato. Um misto de calor que começa e uma pequeníssima sobra de frescor da madrugada pra ser sentido na pele, só com uma simples camiseta, nada de jaqueta ou casaco. Sentir essa mistura de calor e brisa fresca, fazer parte do dia bonito que se descortina à sua volta. É isso! Eu acordei mais cedo pra, sem perceber, fazer parte dessa manhã perfeita.

 

Mas, voltando ao assunto do preâmbulo, eu estava tão sintonizado com o que acontecia lá fora ainda no banho... sem saber. Pus o rádio numa emissora só de rock, um sonzinho mais agitado pra ajudar a acordar. Mas, debaixo do chuveiro, sob a água morna e gostosa, acontecia algo engraçado... Do rádio, saíam Franz & Ferdinand, U2, Charlie Brown Jr., Barão Vermelho... mas parece que no meio do caminho as ondas sonoras mudavam no ar... talvez encontrassem o vapor do chuveiro e se transformavam... chegavam ao meu ouvido como Nara Leão, Zizi Possi e, obviamente, Norah Jones... É! O rádio tocava umas músicas e eu simplesmente ouvia outras. Talvez tirando-as daquele iPod que todo mundo tem lá dentro da cabeça, com as canções das quais gosta arquivadas pra uma hora sem rádio, ou a despeito do dito-cujo.

 

As músicas que eu ouvia internamente estavam muito mais de acordo com a manhã linda que me esperava lá fora, com surpresas gostosas.

-Saboreado por: mc às 08h20
[ ] envie este sabor